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BOTOX
E LIBERDADE DE EXPRESSÃO
O uso do Botox
(toxina botulínica) está bastante disseminado
atualmente na comunidade. Prova disto é que
quase todos nós ou já fizemos ou conhecemos
alguém que fez uso do Botox para fins estéticos.
No entanto existem pessoas não plenamente
satisfeitas com os resultados obtidos, isto se
deve a muitos fatores que vão desde a falta de
uma indicação médica precisa, até o uso de dose
inadequada em cada área tratada. Dentre os
vários motivos que fazem pessoas não aceitar a
indicação ou abandonar o tratamento está a perda
de algumas das expressões faciais. O receio de
ficar com a “cara congelada” ou com “cara de
boneca de louça”, que é como popularmente
ficaram conhecidos os efeitos do Botox quando
equivocadamente resulta em alterações de
músculos faciais responsáveis pela mímica, tem
impedido que muitas pessoas aceitem a indicação
de um método seguro e eficiente de tratar rugas
dinâmicas da região periocular (pés-de-galinha)
e região frontal (testa). Como nos demais usos
do Botox, têm-se dedicado estudos para resolver
este problema. Há varias formas de se minimizar
o risco de que ocorram alterações na mímica
(expressão facial), tais como: avaliação
criteriosa dos grupos musculares que causam as
rugas no paciente; uso de toxina botulínica
confiável e que se saiba sua precisa relação,
dose-efeito; dose adequada do produto em cada
ponto a ser tratado. Enfim, cada vez mais se
estuda o Botox, e com isso se busca mais
segurança e satisfação neste método que tem na
naturalidade e baixa agressão as suas virtudes
que vem convencendo Médicos e rejuvenescendo
pacientes.
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